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28
Oct

Liga de Medicina da UFRN alerta sobre câncer de mama e de útero

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Chamando atenção para a campanha do Outubro Rosa, a Liga Acadêmica de Onco-hematologia da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN) promoveu, durante a XXIII Semana de Ciência, Tecnologia e Cultura (Cientec), ações de orientação sobre a prevenção contra os cânceres de mama e de colo de útero.

O público que visitou a Cientec recebeu orientações primárias sobre hábitos que possam prevenir a doença, e orientações secundárias sobre a importância do diagnóstico precoce. O estudante Roberto Hangley, do 7º período de medicina, participou da ação e lembrou a importância da vacina do Papilomavírus Humano (HPV) para meninas de 9 a 14 anos, e meninos de 11 a 14 anos.

O estudante também alertou as mulheres com mais de 25 anos sobre a importância do exame preventivo conhecido como Papanicolau, que pode descobrir as alterações celulares que podem evoluir para um câncer. "Mulheres sexualmente ativas correm maior risco devido ao HPV", disse Hangley.

Dados do Instituto Nacional do Câncer (INCA) apontam o câncer de colo de útero como o terceiro mais frequente na população feminina. Em segundo lugar está o câncer colorretal (intestino) e em primeiro lugar o câncer de mama.

Sobre câncer de mama, o estudante Michael César, do 8º período de Medicina, alerta que o estande na Cientec busca desmistificar o mito de que só mulheres podem ter a doença. Ele alerta que, apesar de casos menos comuns na população brasileira, homens também correm risco de desenvolver câncer de mama. Se houver histórico familiar, o fator de risco aumenta.

Fatores como genética, sedentarismo, obesidade e o tabagismo são preponderantes para o aparecimento da doença. Nas mulheres, é importante a realização do autoexame para identificar a possível presença de nódulos próximos ao mamilo e o exame de rastreio, neste caso, a mamografia. Para homens, biópsias são indicadas.

Mulheres com mamas pequenas ou rígidas podem fazer o diagnóstico por meio da ultrassonografia. "Dependendo do caso, tanto para homens como para mulheres, é que será indicado o tratamento cirúrgico ou a quimioterapia" diz o estudante Michael César.

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