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Nacional

Taxa de informalidade cresce e chega a 45,1%

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A taxa de informalidade no mercado de trabalho do País vem crescendo desde o segundo trimestre de 2014, segundo a nota técnica "Análise da dinâmica do emprego setorial de 2014 a 2015", divulgada ontem pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea).

Os dados da Pesquisa Nacional por Amostras de Domicílios Contínua (Pnad Contínua) mostram que a taxa de informalidade vinha em tendência de queda até o segundo trimestre de 2014, quando atingiu 43,9%, mas passou a subir, alcançando 45,1% no terceiro trimestre de 2015, último dado disponível até o fechamento do estudo.

Já a taxa de transição de trabalhadores de empregos formais para empregos informais - que traz a informação de quantos trabalhadores migram do setor coberto por benefícios garantidos pela legislação trabalhista para o segmento desprotegido do mercado de trabalho - atingiu uma média de 7,5% entre o quarto trimestre de 2014 e o terceiro trimestre de 2015.

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Piso salarial de professor vai subir 11,36%

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Contrariando o apelo de governadores e prefeitos, o ministro da Educação, Aloizio Mercadante, anunciou ontem, o reajuste do piso salarial dos professores de escolas públicas. Segundo Mercadante, a categoria receberá um aumento de 11,36% e o piso passará de R$ 1.917,78 para R$ 2.135,64. Durante o anúncio, na sede do Ministério da Educação (MEC), ele afirmou que entende que a situação fiscal de muitos governos de Estados e prefeituras muito delicada por conta da crise, mas que a lei estabelece o cálculo para a elevação e determina que o novo piso seja divulgado em janeiro.

"Nós recebemos carta dos governadores e de prefeitos propondo um adiamento da divulgação do piso. Mas não há como solicitar ao MEC o desrespeito à lei. Na vida pública, a gente só pode fazer o que a lei autoriza", disse o ministro.

Com o porcentual anunciado ontem, o piso dos professores terá um reajuste acumulado de 124,7% desde que foi criado em 2009. No mesmo período, o salário mínimo subiu 89,2% e a inflação medida pelo IPCA foi de 55,32%.

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Vendas do comércio têm o maior recuo desde março de 2003

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As vendas do varejo brasileiro registraram em novembro o pior resultado em 12 anos. Na comparação com o mesmo mês de 2014, o recuo foi de 7,8%, o maior desde março de 2003, quando a retração passou de 11%, segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Já em relação a outubro, o comércio brasileiro mostrou sua segunda alta seguida, de 1,5%, depois de registrar resultados seguidamente negativos durante o ano de 2015, que acumula baixa de 4% no volume de vendas.

Entre todos os segmentos do comércio, os hipermercados, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo, cujas vendas caíram 5,7%, exerceram a principal pressão negativa sobre o índice geral na comparação anual.

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BB vai ampliar financiamentos

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O plano do ministro da Fazenda, Nelson Barbosa, de ampliar o crédito sem conceder novos subsídios começará a ser colocado em prática pelo Banco do Brasil. O banco vai destinar mais R$ 10 bilhões para o financiamento agrícola, a juros mais baixos, sem a necessidade de ajuda do Tesouro Nacional. Isso será possível porque a instituição foi dispensada de guardar uma parte da poupança rural no Banco Central.

O BB é o único dos grandes bancos que capta recursos da poupança rural - os outros bancos só captam poupança para financiamento imobiliário. Por isso, precisa seguir a determinação de desembolsar 74% desses recursos em operações ao produtor rural. Quando não cumpre a exigência, é preciso depositar o dinheiro não emprestado no Banco Central, que remunera pela taxa básica de juros, a Selic.

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40% dos brasileiros estão no endividados, diz pesquisa

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Comprar por impulso é o terror dos endividados. Uma pesquisa revela que 40% dos brasileiros que não resistem às compras tentadoras no dia a dia estão no vermelho. Quem precisa de quatro celulares, duas filmadoras, oito livros do Harry Potter, sendo 2 repetidos? O Paulo comprou tudo isso e muito mais. "Falei ´vou comprar´ pra ver se eu consigo ler, para ter esse hábito de leitura. Não, eu não li nenhum", assume.

A falta de organização financeira e a compra por impulso são grandes vilões do bolso do brasileiro. De acordo com uma pesquisa feita pelo serviço de proteção ao crédito, o SPC, de todos que não resistem a uma comprinha tentadora, 40,1% estão com o nome sujo na praça.

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