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Nacional

Faixa etária para doação de sangue é ampliada pelo Ministério da Saúde

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Quem tem 16 e 17 anos e idosos até 68 agora também podem doar sangue, segundo novo regulamento técnico do Ministério da Saúde. Com as medidas, a previsão é que aproximadamente 14 milhões de brasileiros sejam incentivados a serem doadores. A portaria 1.353, que estabelece novos critérios para a doação de sangue no Brasil, foi publicada no Diário Oficial da União desta terça-feira (14).

A Portaria 1.353 determina, ainda, que a orientação sexual (heterossexualidade, bissexualidade, homossexualidade) não deve ser usada como critério para a seleção de doadores de sangue, por não constituir risco em si própria. Ou seja, não deverá haver, no processo de triagem e coleta de sangue, manifestação de preconceito e discriminação por orientação sexual e identidade de gênero, hábitos de vida, atividade profissional, condição socioeconômica, raça, cor e etnia.

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Inscrições para SiSU estão abertas

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As inscrições para o Sistema de Seleção Unificada (SiSU) do segundo semestre começam às 6h desta quarta-feira (15) e vão até as 23h59 de domingo (19), segundo o Ministério da Educação. As inscrições ocorrerão exclusivamente pela internet no endereço: www.sisu.mec.gov.br.

O SiSU oferece vagas em universidades estaduais e federais e institutos de educação profissional. O sistema foi criado pelo MEC para unificar a oferta de vagas em instituições públicas.

Neste semestre, serão oferecidas 26.336 vagas em 19 universidades federais, 23 institutos federais, dois centros federais de educação tecnológica (Cefet) e quatro universidades estaduais.

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Ministro da Saúde defende uso irrestrito de camisinha

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A participação do ministro da Saúde, Alexandre Padilha, no encerramento da Reunião de Alto Nível sobre Aids, em Nova York, foi amplamente saudada pelos representantes dos países-membros da Organização das Nações Unidas (ONU), pois reconheceu a necessidade de mais avanços no mundo inteiro para o enfrentamento eficaz à doença. Mesmo não sendo de praxe, Padilha se inscreveu na leitura final do documento de pactuação entre os países participantes do encontro, defendendo posições ainda tidas como controversas em algumas partes do mundo, como o uso irrestrito de preservativos.

 

O ministro destacou os pontos positivos do documento, mas declarou que se pode avançar mais na promoção de estratégias baseadas em evidências, citando o uso de preservativos como importante mecanismo de prevenção. Também destacou a necessidade de defesa dos direitos humanos das populações vulneráveis – principalmente homens que fazem sexo com homens, trabalhadores do sexo e usuários de drogas injetáveis, entre outros.

 

Com informações da Agência Saúde.

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