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Nacional

Produção da indústria tem queda de 2,4% em novembro, diz IBGE

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A indústria nacional mostrou sua sexta queda mensal seguida em novembro. Na comparação com outubro, o recuo foi de 2,4%, segundo informou nesta quinta-feira (7) o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). A queda do penúltimo mês do ano foi a mais forte desde dezembro de 2013, quando a retração chegou a 2,8%.

Já em relação ao mesmo período de 2014, o tombo da indústria brasileira foi maior, de 12,4%. Considerando apenas o mês de novembro, essa queda anual é a maior da série histórica do IBGE, que tem início em 2003.

A maioria dos segmentos da indústria pesquisados pelo IBGE teve resultados negativos, com destaque para as indústrias extrativas, de minério, borracha, por exemplo, que viram sua produção cair 10,9%, bem como as de coque, produtos derivados do petróleo e biocombustíveis, que recuaram 7,8%.

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Vendas de veículos caem em 2015, diz Fenabrave

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As vendas de veículos caíram 21,85% no ano passado, na comparação com o resultado do ano anterior. Em 2015, foram vendidos 3.982.816 unidades contra 5.096.207 em 2014.

De acordo com dados divulgados ontem (6) pela Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave), na comparação de dezembro, quando foram comercializadas 370.996 veículos, com novembro (311.464), houve aumento de 19,11%. Quando comparado o mês de dezembro com o mesmo mês de 2014, as vendas caíram 27,62%, ao passar de 512.577 para 311.464 em 2015.

Segundo o balanço da Fenabrave, o número total de automóveis vendidos no Brasil caiu 25,59% no ano passado em relação ao total do ano anterior. Foram negociados 2.476.904 unidades em 2015 ante as 3.328.771 de 2014. Também houve queda quando se compara dezembro de 2015 com o mesmo período de 2014 (37,59%). Já na comparação de dezembro com novembro, houve elevação de 16,54%.

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Ministro da Fazenda diz que conta de luz deve cair em 2016

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O ministro de Minas e Energia, Eduardo Braga, acredita que a conta de luz vai ficar mais barata para o consumidor final, ao longo de 2016. Segundo ele, as medidas do chamado "realismo tarifário", que incluíram a criação de programas como as bandeiras tarifárias, que repassam o custo da energia para a conta do consumidor, conforme aumenta o acionamento das térmicas não devem pesar tanto no bolso do consumidor como se viu em 2015.

"A pressão do realismo tarifário passou. Agora teremos um passo a passo seguro, de certo modo conservador, mas com viés de baixa", disse Braga, em entrevista ao 'Estado'. "Teremos declínio tanto no custo de geração de energia quanto na tarifa de energia elétrica. Não será uma redução abrupta, mas sim planejada e constante", comentou.

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Situação de extrema pobreza teve redução de 63% nos últimos 10 anos

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A taxa de pobreza extrema na última década teve redução de 63%. A conclusão é do estudo "Pnad 2014 - Breves análises", uma nota técnica feita com base nos dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad), lançado nesta quarta-feira (30) pela Diretoria de Estudos e Políticas Sociais do Instituto de Pesquisa Aplicada (Ipea).

De acordo com o estudo, 2,48% da população estava em situação de extrema pobreza em 2014, índice 63% menor que em 2004. De 2013 a 2014, a taxa de pobreza extrema caiu 29,8%, "uma redução importante", ressalta o texto, que associa a queda à manutenção do aumento da renda e redução das desigualdades, bem como o aumento da escolaridade e das condições gerais de vida do brasileiro e a diminuição das brechas que separam negros de brancos, mulheres de homens e trabalhadores rurais de urbanos.

No primeiro texto da pesquisa, "Desigualdade e Pobreza", os dados mostram que as desigualdades de renda decrescem no Brasil de 2004 a 2014, tanto pelo índice de Gini quanto por outros três índices da família indicadores de entropia generalizada. O índice de Gini do país caiu de 0,570 em 2004 para 0,515 no ano passado. Dependendo da linha de análise utilizada, a redução média de pobreza varia em torno de 10% ao ano, com resultado entre 63% e 68,5%.

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TCU vai investigar decretos de 2015

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O Tribunal de Contas da União (TCU) abriu investigação para apurar indícios de irregularidades na edição de seis decretos de liberação de recursos assinados pela presidente Dilma Rousseff entre 27 de julho e 20 de agosto deste ano. As autorizações, que totalizam R$ 95,9 bilhões, são um dos três motivos do pedido de impeachment da petista em análise na Câmara.

O relatório no qual o presidente da Casa, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), justifica a abertura do processo também cita as "pedaladas fiscais" e suposta responsabilidade de Dilma nos "desmandos" da Petrobrás.

Em despacho assinado anteontem, o ministro José Múcio Monteiro autorizou inspeção na Presidência da República e no Ministério do Planejamento para apurar se Dilma descumpriu a lei orçamentária ao permitir as liberações. Os auditores pretendem checar a regularidade de todos os decretos de mesma natureza editados ao longo do ano, inclusive os assinados pelo vice-presidente Michel Temer em períodos de interinidade na Presidência.

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