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Auditores-Fiscais do Trabalho realizam ato público contra ataques do governo ao serviço público e aos trabalhadores

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Auditores-Fiscais do Trabalho de todo o país, reunidos em Natal durante esta semana para o 35º Encontro Nacional dos Auditores-Fiscais do Trabalho – Enafit, realizam manifestação nesta terça-feira, 12 de setembro, a partir das 8h, em frente à Superintendência Regional do Trabalho – SRT/RN, no bairro do Alecrim.

O Ato Público é contra o desmonte da Fiscalização do Trabalho e a retirada dos direitos dos trabalhadores, especialmente em relação à reforma trabalhista. Está alinhado com o próprio tema do evento que irá discutir o enfrentamento aos frequentes ataques do governo, que promovem a fragilização do serviço público e o retrocesso social, retirando direitos dos trabalhadores.

Esses ataques têm como consequência o enfraquecimento de atividades essenciais como a Fiscalização do Trabalho e atingem o cidadão, já que o serviço de atendimento prestado é diretamente prejudicado.

Na oportunidade, os Auditores-Fiscais do Trabalho, juntamente com sindicalistas representantes de trabalhadores no Rio Grande do Norte, vão denunciar os retrocessos da reforma trabalhista. "Queremos deixar claro que seguimos lutando pela reconstrução dos direitos, principalmente, neste momento em que está sendo questionada no Supremo Tribunal Federal – STF a constitucionalidade e legalidade da reforma aprovada", esclarece o presidente do Sindicato Nacional dos Auditores-Fiscais do Trabalho, Carlos Silva.

Segundo Silva, todo o movimento sindical é contra a reforma imposta e já existe um movimento pela construção de um Estatuto do Trabalho com o objetivo de retroceder e promover uma reforma trabalhista que contemple todos.

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UFRN: Cientistas descobrem exoplaneta pela técnica trânsito planetário

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O astrofísico e professor da UFRN José Dias do Nascimento assina, como co-autor, o artigo que anuncia a descoberta de um planeta gasoso localizado na direção da constelação de Monoceros e distante cerca de 1.200 anos-luz da terra. O achado vem sendo apontado como uma importante conquista para a ciência nacional, visto que este é o primeiro planeta descoberto por uma equipe totalmente composta por astrônomos brasileiros.

A equipe de cientistas é formada por sete pesquisadores de universidades de diferentes regiões do Brasil: Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), Universidade Estadual de Ponta Grossa (UEPG), Universidade de São Paulo (USP) e Observatório Nacional do Rio de Janeiro (ON).

O trabalho científico sobre o novo astro foi publicado esta semana na prestigiada revista britânica Monthly Notices of the Royal Astronomical Society e apresentado na XLI Reunião Anual da Sociedade Astronômica Brasileira, evento que acontece em São Paulo, até sexta-feira, dia 8 de setembro.

O planeta descoberto possui o tamanho aproximado de Saturno, mas com metade de sua massa. Trata-se de um corpo celeste gasoso, assim como Júpiter, que orbita uma estrela parecida com o Sol. Sua massa é 8% maior, seu raio 21% menor e sua temperatura 200°C mais quente. Os pesquisadores indicam que a densidade do planeta é menor que a densidade da água e exemplificam que, se existisse um oceano grande o suficiente para conter o planeta, ele flutuaria. Para fazer as medidas foram analisadas observações feitas pelo satélite CoRoT (Convection Rotation and Planetary Transits), construído e operado pela Agência Espacial Francesa, pela Agência Espacial Europeia e pelo Brasil.

A técnica utilizada para encontrar o planeta é chamada trânsito planetário, semelhante ao fenômeno dos trânsitos de Mercúrio e Vênus frente ao nosso Sol, por meio da qual os cientistas observam a diminuição do brilho da estrela quando o planeta passa à sua frente. A confirmação da existência do planeta foi realizada utilizando a técnica de espectroscopia, com um instrumento chamado HARPS (High Accuracy Radial Velocity Planet Searcher), localizado no Observatório de La Silla, no Chile.

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UFRN sedia Simpósio Nacional de História da População em outubro

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A Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN) recebe nos dias 18 e 19 de outubro, o VII Simpósio Nacional de História da População, com o tema "50 anos de Demografia Histórica: passado, presente e futuro".

A proposta do simpósio é oferecer subsídio para o desenvolvimento de estudos e pesquisas ao nível de Graduação e de Pós-Graduação, a partir da realização de atividades sobre temáticas que envolvem a Demografia Histórica.

O evento pretende abordar em sua programação os seguintes temas: Estudo da população e das variáveis demográficas; Possibilidades e experiências de pesquisas no âmbito da Demografia Histórica a partir de fontes documentais variadas disponíveis para as diversas regiões do Brasil e 50 anos da disciplina Demografia Históricas na Europa e no Brasil.

O Simpósio acontece no Centro de Ciências Exatas e da Terra (CCET). A entrada é gratuita e aberta a todos os interessados.

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Nordeste gera saldo de 6,6 mil empregos regulares em julho

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O Nordeste registrou saldo positivo na movimentação dos trabalhadores com carteira assinada, em julho. Com a diferença, entre admitidos e desligados, de 6.641 novas vagas preenchidas, a Região teve alta de empregos formais em sete de suas nove unidades federativas. Ceará (1.871 postos de trabalho), Maranhão (1.567 postos), Rio Grande do Norte (963 postos) e Bahia (847 postos) puxaram o crescimento.

Proporcionalmente, quando comparado o número de habitantes, o Rio Grande do Norte obteve o resultado mais expressivo. O Estado tem apenas metade da população maranhense, 38% da cearense e 22% da baiana. Os principais responsáveis pelo desempenho foram os setores da Agropecuária (921 postos) e Serviços (412 postos de trabalho). Mossoró (778 postos), Parnamirim (109) e Apodi (103) foram os municípios potiguares que mais ganharam vagas.

Os números estão disponíveis em recente levantamento do Escritório Técnico de Estudos Econômicos do Nordeste (Etene), órgão de estudos econômicos do Banco do Nordeste, que analisa dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) compilados pelo Ministério do Trabalho.

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Maternidade Januário Cicco oferece orientação no Planejamento Familiar

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Na Maternidade Escola Januário Cicco (MEJC), da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN) e filiada à Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (EBSERH), pais e mães participam de um conjunto de ações que fazem parte do Planejamento Familiar, garantindo direitos iguais a mulheres e homens acerca da escolha em ter ou não ter filhos. O objetivo é apoiar e orientar, deixando os indivíduos cientes dos recursos de concepção e contracepção, como pílulas, temperatura basal, dispositivo intrauterino, laqueadura tubária e os demais métodos hormonais, cirúrgicos e de barreira.

O assistente social da Maternidade, Thiago Diniz explica que o Planejamento Familiar funciona de forma a contemplar o que está proposto pelo Ministério da Saúde e os critérios previstos na lei do planejamento familiar. "Nós trabalhamos numa perspectiva multiprofissional por meio de atividades clínicas e educativas e aconselhamentos desde a manifestação da vontade da mulher até a realização da cirurgia", disse.

As mulheres gestantes participam do protocolo do planejamento familiar na Maternidade, quando possuem algum fator que configure a gestação como de alto risco ou de risco habitual com história de partos cesáreos, é o que afirma a enfermeira Fernanda Dantas: "Se a mulher é uma gestante inserida no programa, evoluiu para um parto vaginal e permanece com o desejo de realizar a laqueadura tubária, ela deve retornar a partir de 42 dias pós-parto para passar pela consulta médica e exames pré-operatórios para realizar o procedimento". "Se a via de parto indicada para a gestante for uma cesariana, a equipe médica pode realizar uma laqueadura simultaneamente, caso haja o desejo ou a indicação clínica para a laqueadura tubária daquela paciente", acrescenta.

Para a realização da cirurgia existe um protocolo de inclusão, em que se observam os critérios para a mulher poder participar do planejamento familiar, como a idade da paciente, a quantidade de filhos tidos por cesariana (duas ou mais), histórico gestacional, laudo médico ou doença que comprometa a vida ou a saúde da mulher ou do bebê.

"Planejamento Familiar diz respeito, também, ao controle e a quantidade de filhos e o intervalo de uma gestação para outra. Nosso objetivo é dar apoio e orientar a paciente para que faça a escolha adequada e esteja consciente do seu método de contracepção, enfatizando que a laqueadura tubária pode não ser o único recurso a ser utilizado, mas, sim, o último, devido ao fato de ser uma cirurgia definitiva e de que a mulher deve estar preparada e consciente de sua escolha", afirma Maria Fonseca.

O Planejamento Familiar acontece da forma que está prevista na Lei Federal 9.263, de 12 de janeiro de 1996, descrita no artigo 226 da Constituição Federal, e diz respeito a planejar a chegada dos filhos e, também, prevenir a gestação indesejada. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), mais de 120 milhões de mulheres em todo o mundo desejam evitar a gravidez. Deste modo, a Lei do Planejamento Familiar foi desenvolvida com o intuito de conscientizar quanto à gravidez e à instituição familiar.

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