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Liga de Medicina da UFRN alerta sobre câncer de mama e de útero

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Chamando atenção para a campanha do Outubro Rosa, a Liga Acadêmica de Onco-hematologia da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN) promoveu, durante a XXIII Semana de Ciência, Tecnologia e Cultura (Cientec), ações de orientação sobre a prevenção contra os cânceres de mama e de colo de útero.

O público que visitou a Cientec recebeu orientações primárias sobre hábitos que possam prevenir a doença, e orientações secundárias sobre a importância do diagnóstico precoce. O estudante Roberto Hangley, do 7º período de medicina, participou da ação e lembrou a importância da vacina do Papilomavírus Humano (HPV) para meninas de 9 a 14 anos, e meninos de 11 a 14 anos.

O estudante também alertou as mulheres com mais de 25 anos sobre a importância do exame preventivo conhecido como Papanicolau, que pode descobrir as alterações celulares que podem evoluir para um câncer. "Mulheres sexualmente ativas correm maior risco devido ao HPV", disse Hangley.

Dados do Instituto Nacional do Câncer (INCA) apontam o câncer de colo de útero como o terceiro mais frequente na população feminina. Em segundo lugar está o câncer colorretal (intestino) e em primeiro lugar o câncer de mama.

Sobre câncer de mama, o estudante Michael César, do 8º período de Medicina, alerta que o estande na Cientec busca desmistificar o mito de que só mulheres podem ter a doença. Ele alerta que, apesar de casos menos comuns na população brasileira, homens também correm risco de desenvolver câncer de mama. Se houver histórico familiar, o fator de risco aumenta.

Fatores como genética, sedentarismo, obesidade e o tabagismo são preponderantes para o aparecimento da doença. Nas mulheres, é importante a realização do autoexame para identificar a possível presença de nódulos próximos ao mamilo e o exame de rastreio, neste caso, a mamografia. Para homens, biópsias são indicadas.

Mulheres com mamas pequenas ou rígidas podem fazer o diagnóstico por meio da ultrassonografia. "Dependendo do caso, tanto para homens como para mulheres, é que será indicado o tratamento cirúrgico ou a quimioterapia" diz o estudante Michael César.

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Centro de treinamento de atletismo será implantado na UFRN

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Uma parceria da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN) com a Confederação Brasileira de Atletismo (CBAt) vai implantar na instituição o terceiro polo da Rede Nacional de Treinamento de Atletismo (RNTA). O acordo de cooperação foi assinado na quarta-feira, 26, pela reitora Ângela Maria Paiva Cruz, o gerente nacional da RNTA, Luiz Eduardo Viveiros de Carvalho, e o gerente de alto rendimento da CBAt, Clóvis Franciscon.

Com a implantação do Centro Regional de Treinamento de Atletismo de Natal (CRTA-Natal), a UFRN será um polo de referência em atletismo no Brasil. O Centro vai atuar na capacitação contínua de treinadores e no atendimento de atletas nas categorias mirim, menor e juvenil.

A Rede Nacional de Treinamento de Atletismo é um projeto da CBAt em parceria com o Ministério do Esporte, que busca disseminar métodos de treinamento esportivo para descobrir e desenvolver atletas de alto rendimento. O CRTA-Natal dará suporte à modalidade nas regiões Norte e Nordeste, com vistas a difundir o atletismo, preparar novos talentos esportivos, fortalecer a participação brasileira em eventos internacionais e favorecer as atividades de ensino, pesquisa e extensão, bem como a revelação e o treinamento de atletas da UFRN.

"Esta parceria nos dá melhores condições e diretrizes estruturais, metodológicas e programáticas para a condução do centro de treinamento", afirmou a reitora, Ângela Maria Paiva Cruz.

A universidade disponibilizará a estrutura física existente em suas instalações, enquanto a CBAt fornecerá recursos humanos e os equipamentos necessários para o treinamento e funcionamento da CRTA-Natal. A coordenação ficará a cargo do professor do Departamento de Educação Física da UFRN, José dos Santos Figueiredo.

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XXIII Cientec da UFRN começa nesta quarta-feira

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A XXIII Semana de Ciência, Tecnologia e Cultura (Cientec), da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), começa nesta quarta-feira, 25, a partir das 8h, com programação completa que inclui estandes, sessão de pôsteres, reuniões acadêmicas e eventos paralelos, além de atrações culturais em diferentes polos do Campus Central.

A cerimônia de boas vindas será às 19h, ocasião em que haverá o lançamento da plataforma da Campanha de Eficiência Energética da UFRN, seguida pelas apresentações culturais do grupo TrompeteArte e dos músicos Sami Tarik e Xangai.

A sessão de pôsteres e os estandes serão realizados na Praça Cívica do Campus Central. As reuniões acadêmicas que abordam diversas áreas do conhecimento em mesas-redondas, oficinas, palestras e minicursos, acontecem nos centros acadêmicos, departamentos, institutos, na Escola de Música e na Biblioteca Central Zila Mamede (BCZM).

A programação completa da Cientec 2017 está disponível no site.

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Assembleia destaca importância da pesquisa para Estado

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Aconteceu na manhã desta quarta-feira, 25, a reunião da Comissão de Educação, Ciência e Tecnologia da Assembleia Legislativa do RN que tratou do tema "Ciência e Tecnologia como fatores do desenvolvimento do RN".

O momento integrou a programação do Dia D da Ciência no RN e contou com a participação de representantes da UFRN, UERN e Fapern. Estiveram presentes os deputados Hermano Morais e Fernando Mineiro.

"O principal fator de desenvolvimento social de uma região é a produção de conhecimento. O contingenciamento em Educação, Ciência e Tecnologia traz grandes prejuízos ao nosso estado, seja economicamente ou na área de recursos humanos, como uma fuga de cérebros do país", afirmou a reitora da UFRN, Ângela Paiva.

O presidente da Comissão endossou a afirmativa. Para Fernando Mineiro, as instituições que fazem pesquisa têm um papel de destaque em termos de políticas públicas sociais. Para ele, a UFRN, UERN e Ufersa integram um grupo de órgãos vitais para o Estado.

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Condições climáticas favorecem chuvas no RN em 2018, diz Emparn

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Com as chuvas e o vento forte que estão ocorrendo em parte do Nordeste, os especialistas esperam que o fenômeno La Ninã (que constitui na diminuição da temperatura do Oceano Pacífico) permaneça até meados de 2018. De acordo com a Empresa de Pesquisa Agropecuária do Rio Grande do Norte (Emparn), essa e outras condições climáticas favorecem a ocorrência de chuvas na no final de 2017 e no início do próximo ano. O estado enfrenta seu sexto consecutivo de seca. Essa é considerada a estiagem mais severa da história.

Segundo Gilmar Bristot, gerente de meteorologia da Emparn, o mês de outubro tem apresentado uma característica climática diferente dos últimos anos, com relação às condições de chuva e temperatura, principalmente na região litorânea. A presença de águas mais frias do que o normal ao longo da faixa equatorial do oceano Pacífico (Lá Niña), tem influenciado na ocorrência de ventos mais forte do que o normal, maior umidade e, consequentemente, mais chuvas.

No interior, em algumas áreas do Alto Oeste, Chapada do Apodi, Seridó e Agreste, também ocorrem pancadas de chuvas ocasionadas por sistemas meteorológicos transientes, como restos de frentes frias e circulação do ar em altos níveis da atmosfera. "A previsão é de permanência do fenômeno pelo menos até meados de 2018, o que indica que não teremos formação de bloqueios ocasionados pelo comportamento do Oceano Pacífico no período chuvoso de 2018, facilitando assim o deslocamento da Zona de Convergência Intertropical (sistema meteorológico que causa as chuvas na Região Nordeste no período de fevereiro a maio) para próximo do Nordeste Brasileiro nos meses de fevereiro a maio de 2018", informou.

Com informações do G1

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