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  1. Desde segunda-feira (19) que a capital potiguar parou a aplicação do imunizante e já conta com pessoas que ultrapassaram o prazo de 28 dias de intervalo. Secretário George Antunes na Câmara Municipal de Natal Reprodução "O que importa, para as pessoas, é saber que elas terão a sua segunda dose garantida. É pra isso que nós estamos trabalhando". A frase foi do secretário de Saúde de Natal, George Antunes, em entrevista à Inter TV Cabugi nesta quinta-feira (22), após Natal suspender a aplicação da segunda dose de CoronaVac na segunda-feira (19), pela segunda vez, por falta de estoque. Até o momento, não houve reposição e já há pessoas que ultrapassaram o prazo de 28 dias - data limite estipulada pelo fabricante para eficácia da vacina - entre a primeira a segunda aplicação. Como conseguir a quantidade de doses necessárias para garantir essa imunização da dose de reforço não foi explicada pelo secretário. Segundo George Antunes, a pasta conta com a possibilidade da chegada do novo lote na sexta. Além disso, ele explicou que houve uma reunião para negociar o uso de parte da reserva técnica do estado para a aplicação da segunda dose de CoronaVac na capital potiguar. O Estado, no entanto, não confirmou a cessão de parte da reserva técnica até o fechamento desta matéria. "Nós chegamos à conclusão de que há um déficit, sim. Precisamos repor. Inclusive foi ocasionado também pelas doses que vieram faltando em alguns frascos do Ministério da Saúde", explicou o secretário. O secretário participou nesta quinta-feira de uma reunião extraordinária na Comissão de Saúde, Previdência e Assistência Social na Câmara Municipal de Natal ao lado do secretário estadual de Saúde, Cipriano Maia. Durante a reunião, ele disse que mesmo quem ultrapassou os 28 dias deve tomar a vacina (veja a explicação de uma imunologista no fim do texto). "Devem, sim, tomar a segunda dose. Não existe repetir a vacinação. Pode tomar com toda a segurança a segunda dose", falou o secretário. O secretário George Antunes pontuou ainda que há a possibilidade até de avançar na faixa etária no sábado. "Essas doses somadas às que vamos receber, mesmo sendo poucas, nós temos condições de voltar a vacinar a segunda dose para aqueles que têm a sua data dos 28 dias já expirada", disse o secretário. Na reunião, George Antunes aproveitou para apontar que o problema principal está na quantidade de vacinas que chegam à capital potiguar. "Eu disse desde o início que nós temos um problema central, que se chama Ministério da Saúde, que não conseguiu fazer adequadamente do ponto de vista de aquisição e distribuição de vacinas, de modo que estados e municípios sofrem. Esses problemas que estão acontecendo aqui, a gente vê no país todinho", disse. Ele citou que o desabastecimento tem sido corriqueiro em outras cidades do Brasil também. "Exatamente porque as quantidades que vem para os estados são muito aquém do necessário". Sobre as reservas técnicas, o secretário estadual de Saúde, Cipriano Maia, explicou que a regra de utilização é preconizada pelo Ministério da Saúde no Plano Nacional de Imunização (PNI) e que não é decisão específica do governo do RN. "Ocorrendo perdas em qualquer município, o estado replica a distribuição. Seja por faltar energia, seja porque quebrou alguns frascos. Agora, recentemente, com essa denúncia de que muitos frascos não tinham dez doses, nós tivemos que repor mais de 3 mil doses", explicou. "A destinação dessa reserva técnica tem que seguir os critérios do PNI e as faixas etárias. A reserva técnica, nós vamos até usar uma parte dela, mas não podemos usar toda, que seria irresponsável, porque pode ter uma queda de energia, como houve no hospital em Natal, mesmo não sendo culpa do município, mas aí pode se perder uma vacina. O município e a população vão ficar sem vacinação? Então, 50% a gente vai usar para situações emergenciais e a outra para adicionar vacinas a municípios que tem a população subestimada no no IBGE", pontuou. O que acontece se atrasar a vacina? No caso da CoronaVac, a aplicação deve acontecer entre 14 e 28 dias, segundo o fabricante. Entre 21 e 28 dias, um estudo indicou que há um aumento na eficácia do imunizante, que sobe de 50% para 62%. Caso esse prazo seja ultrapassado, não há estudo que confirme a eficácia. "A gente não tem estudo sobre quanto tempo mais, a vacina terá efeito, além dos 28 dias. Quando a gente recebe a primeira dose, o sistema está sendo estimulando, sendo acordado para produzir anticorpos, e as células precisam ser reestimuladas para ficarem acordadas, ou morrem. Pela nossa experiência sobre o sistema imunológico, é possível postergar por uma uma semana, 10 dias no máximo 15 dias, mas isso é esticando a corda, porque depois do prazo do estudo, gente não tem segurança", explicou a professora da UFRN, Janeusa Souto, que é doutora em imunologia básica, ao G1 no dia 6 de abril. Veja os vídeos mais assistidos do G1 RN

  2. Álvaro Dias anuncia medidas diferentes do governo do estado após reunião com representantes das classes produtivas e Federação dos Municípios do Rio Grande do Norte. Álvaro Dias (prefeito de Natal) e Babá Pereira (presidente da FEMURN) se reúnem com Abrasel, ABIH, CDL, Fecomércio Samuel Florêncio/Inter TV Cabugi O prefeito de Natal, Álvaro Dias, anunciou nesta quinta-feira (22) que não vai seguir na íntegra o novo decreto de flexibilização anunciado mais cedo pela governadora Fátima Bezerra. Em reunião na sede da Federação dos Municípios do Rio Grande do Norte (Femurn) com representantes da Abrasel, ABIH, CDL, Fecomércio e Natal Convention Bureau, ele destacou "algumas divergências com o governo do estado com relação ao decreto". As principais discordâncias são referentes à venda de bebidas alcoólicas em bares e restaurantes e ao toque de recolher integral aos domingos e feriados. "Resolvemos elaborar um decreto alternativo com o apoio das entidades representativas, das classes produtivas, das prefeituras do interior do estado que estão concordando com a nossa decisão, com o apoio da Femurn", declarou. O prefeito declarou ter ciência que "existe uma pandemia instalada" e citou a abertura de 51 novos leitos de UTI e mais 300 leitos de enfermaria para coronavírus. "Diminuiu a pressão, a situação está bem melhor do que antes. E agora está se instalando aqui em Natal a pandemia da fome", completou. Principais diferenças entre os decretos Entre as mudanças anunciadas pelo governo, o toque de recolher foi reduzido e passa a valer das 22h às 5h a partir de 24 de abril - antes, era das 20h às 6h. O governo também vai autorizar a ampliação do horário de funcionamento de bares e restaurantes, permitindo que os estabelecimentos também abram aos domingos - quando vale o "toque de recolher integral" - das 11h às 15h. A venda de bebidas alcoólicas para consumo em lugares públicos, incluindo bares e restaurantes, em qualquer dia ou horário, continua proibida. Em uma primeira divergência do decreto do governo, o prefeito assegurou a liberação de venda e consumo de bebida alcoólica nos bares e restaurantes "desde que dentro do horário de funcionamento, até as 22h". Álvaro Dias contou que "o grande motor da geração de emprego e renda em Natal é o turismo. São os restaurantes, as pousadas, os hotéis, os bares, que precisam funcionar para manter os empregos dos garçons, dos cozinheiros e precisam também se manter e sobreviver". Estes estabelecimentos também poderão funcionar aos domingos e feriados até 22h, diferentemente do apontado pelo governo. A música ao vivo continua vetada. Álvaro garantiu também que a fiscalização para o cumprimento das normas será mantida pela Guarda Municipal, STTU e Semurb. "Nós resolvemos tomar essa decisão de dar uma flexibilização maior do que o governo do estado, entendendo que estamos fazendo isso com toda responsabilidade e cautela possível". Governo do RN reduz horário de toque de recolher e autoriza restaurantes a abrirem aos domingos Babá Pereira, prefeito de São Tomé e presidente da Femurn, que comandou a reunião na tarde desta quinta-feira, ressaltou que "vamos orientar que o decreto do prefeito de Natal possa ser seguido pelos municípios do nosso estado". O presidente da Femurn ressaltou que os dois principais pontos de divergência com o governo e os municípios foram a lei seca e o toque de recolher aso domingos e feriados. "O governo chegou com o decreto já pronto, mas, inclusive, pedimos para analisar essa possibilidade, pelo menos da lei seca. O governo foi intransigente e disse que não, que o decreto era daquele jeito e não tinha mais o que fazer". Escolas No novo decreto, que ainda será publicado no Diário Oficial do Estado, o governo indicou que as escolas públicas e privadas poderão funcionar com aulas presenciais para turmas até o 5º ano do ensino fundamental. As outras deverão manter ensino em formato online. O prefeito de Natal revelou a formalização de um convênio com o Sebrae "para instalar um protocolo rígido para proteger as crianças" com o intuito de "liberar o retorno das aulas gradativamente". "É outro ponto que pode aí estar divergindo com o governo do estado, mas nós vamos permitir o retorno às aulas de acordo com o estabelecimento desse protocolo que está sendo discutido e elaborado entre a equipe técnica da Secretaria Municipal de Educação e o Sebrae", disse. Veja os vídeos mais assistidos no G1 Rio Grande do Norte

  3. Aviso é valido até 11h desta sexta (23). Inmet alerta para chuvas intensas em 113 cidades do RN Pedro Vitorino/Cedida O Instituto Nacional de Meteorologia emitiu, na manhã desta quinta-feira (22), um alerta de chuvas intensas em 113 municípios do Rio Grande do Norte. O alerta vale até às 11h desta sexta (23). (Confira a lista dos municípios abaixo). De acordo com o comunicado, há previsão de chuvas com intensidade de 20 a 30 milímetros por hora ou até 50 milímetros por dia, com baixo risco de alagamentos e descargas elétricas. As instruções gerais para a população, ainda de acordo com o instituto, envolvem, evitar enfrentar o mau tempo, observar alteração nas encostas, evitar uso de aparelhos eletrônicos ligados à tomada e, em caso de urgência, acionar a Defesa Civil (telefone 199) e o Corpo de Bombeiros (telefone 193). Veja as cidades do RN sob alerta: Acari Afonso Bezerra Alexandria Almino Afonso Alto Do Rodrigues Angicos Antônio Martins Apodi Augusto Severo Açu Baraúna Barcelona Bento Fernandes Bodó Caicó Caiçara Do Rio Do Vento Campo Redondo Caraúbas Carnaubais Carnaúba Dos Dantas Cerro Corá Coronel Ezequiel Coronel João Pessoa Cruzeta Currais Novos Doutor Severiano Encanto Equador Felipe Guerra Fernando Pedroza Florânia Francisco Dantas Frutuoso Gomes Governador Dix-Sept Rosado Ipanguaçu Ipueira Itajá Itaú Jandaíra Janduís Japi Jardim De Angicos Jardim De Piranhas Jardim Do Seridó Jaçanã José Da Penha João Câmara João Dias Jucurutu Lagoa De Velhos Lagoa Nova Lajes Lajes Pintadas Lucrécia Luís Gomes Macau Major Sales Marcelino Vieira Martins Messias Targino Mossoró Olho-D'Água Do Borges Ouro Branco Paraná Parazinho Paraú Parelhas Patu Pau Dos Ferros Pedra Preta Pedro Avelino Pendências Pilões Portalegre Poço Branco Pureza Rafael Fernandes Rafael Godeiro Riacho Da Cruz Riacho De Santana Riachuelo Rodolfo Fernandes Ruy Barbosa Santa Cruz Santana Do Matos Santana Do Seridó Serra Do Mel Serra Negra Do Norte Serrinha Dos Pintos Severiano Melo São Bento Do Trairí São Fernando São Francisco Do Oeste São José Do Seridó São João Do Sabugi São Miguel São Paulo Do Potengi São Rafael São Tomé São Vicente Sítio Novo Taboleiro Grande Tangará Tenente Ananias Tenente Laurentino Cruz Timbaúba Dos Batistas Touros Triunfo Potiguar Umarizal Upanema Venha-Ver Viçosa Água Nova

  4. Maria do Socorro de Souza morreu por complicações das queimaduras. Ela havia perdido o marido e o filho na última sexta-feira (16), também vítimas da explosão. Morre 3ª vítima de explosão no bairro das Rocas, em Natal Uma mulher é a terceira vítima fatal da explosão que deixou seis pessoas feridas e destruiu quatro imóveis no dia 9 de abril no bairro das Rocas, na Zona Leste de Natal. Maria do Socorro de Souza estava internada no Centro de Tratamento de Queimados (CTQ) do Hospital Walfredo Gurgel e teve a morte confirmada na noite de quarta-feira (21). De acordo com médicos do CTQ, ela tinha de 40% a 60% do corpo queimado e chegou a ficar 24 horas intubada. Morreu por complicações causadas pelas queimaduras. Maria do Socorro era esposa de Antônio José da Silva, de 53 anos, e mãe de Adriano Souza da Silva, 28 anos, que morreram na última sexta-feira (16), também vítimas da explosão. Aparecida de Souza e Silva, de 24 anos, filha de Maria do Socorro, chegou a ser internada e recebeu alta na semana passada. Uma criança de 4 anos que estava na casa continua internada na UTI pediátrica do Walfredo Gurgel, e, segundo nota do hospital, tem o quadro estável, respondendo bem ao tratamento. Imóvel atingido por explosão no bairro das Rocas, na Zona Leste de Natal. Kleber Teixeira/Inter TV Cabugi Sobre o acidente Explosão atinge imóveis e deixa pessoas feridas na Zona Leste de Natal A explosão aconteceu por volta das 6h do dia 9 de abril na na Rua São João de Deus, no bairro das Rocas (veja o momento da explosão no vídeo acima). Das seis pessoas atingidas, cinco eram da mesma família. Duas precisaram ser resgatadas pelas equipes do Corpo de Bombeiros e Samu. Uma delas, estava em um primeiro andar e foi tirada do local por meio de uma escada, usada como maca. Outras três, entre elas uma criança, foram levadas ao hospital pela própria população. Vítima é tirada de primeiro andar após explosão atingir imóveis na Zona Leste de Natal. Reprodução/Inter TV Cabugi Além das cinco pessoas da mesma família, a outra pessoa atingida foi um homem que estava na casa vizinha, que é proprietário do imóvel. Os vizinhos também contaram que entraram para salvar um cachorro da raça pinscher, que sobreviveu ao desabamento. Eles relataram que o animal estava na garagem de uma residência e foi para debaixo de uma caixa quando ouviu o barulho inicial da explosão. Duas motos caíram por cima dessa caixa e o protegeram dos escombros. Ele teve apenas ferimentos leves e foi levado pra o veterinário. Veja os vídeos mais assistidos do G1 RN

  5. Previsão é de que imunizantes cheguem ao estado por volta de meio dia. Novo lote terá 51.400 doses. Novas doses chegam ao RN nesta sexta (23) Divulgação O Rio Grande do Norte vai receber novas doses de vacinas contra a Covid-19 nesta sexta-feira (23). De acordo com a governadora Fátima Bezerra, a expectativa é que os imunizantes cheguem às 12h10. Vacina contra Covid-19 em Natal: veja quem pode ser vacinado hoje e o que fazer Pontos de vacinação contra Covid-19 têm tumulto e aglomerações em Parnamirim O novo lote terá 51.400 doses, sendo 10.400 da Coronavac, a maioria destinada para aplicação da segunda dose, e 41 mil da vacina de Oxford/AstraZeneca, essas integralmente para a primeira dose de idosos. Segundo o RN+ Vacina, o estado vacinou até esta quinta (22) cerca de 447 mil pessoas contra a Covid-19, sendo 160 mil delas com as duas doses. Ao todo, o estado já recebeu 844.090 doses de vacina do Ministério da Saúde.

  6. Dois idosos chegaram a cair no chão durante confusão na UBS Suzete Cavalcanti. Secretaria de Saúde do município garante que não há falta de doses. Em Parnamirim, teve tumulto durante vacinação da segunda dose Coronavac Os pontos de vacinação contra a Covid-19 em Parnamirim, município da Região Metropolitana de Natal, registraram filas, aglomerações e tumultos nesta quinta-feira (22). A principal confusão aconteceu na Unidade Básica de Saúde Suzete Cavalcanti, que fica no bairro Nova Parnamirim, um dos principais do município. A principal reclamação foi dos idosos que procuraram a unidade para receber a segunda dose da CoronaVac e não conseguiram. Com uma longa fila formada no local, que se estendeu pela praça em frente à UBS, houve tumulto e dois idosos chegaram a cair no chão e precisaram de ajuda para levantar. Os idosos reclamaram da organização do posto de saúde. "É para eles chegarem cedo para organizar melhor. Estou aqui desde 6h, aí chega um monte de gente depois, faz um tumulto, entra na frente e eu fico sem ser vacinado. É falta de respeito", reclamou um dos idosos na fila. Tumulto foi registrado na UBS Suzete Cavalcanti, em Parnamirim Geraldo Jerônimo/Inter TV Cabugi Os profissionais de saúde da UBS Suzete Cavalcanti chegaram a sair da unidade e conversar com os idosos do lado de fora. Eles explicaram aos idosos que a vacinação tem sido fracionada e que para esta quinta-feira (22) havia apenas 90 doses, que já tinham sido aplicadas. Em outro ponto de vacinação no município - no supermercado Nordestão - também houve fila. E muitos reclamaram da falta de informação no local. "Completei os 27 dias da primeira dose, vou completar os 28 amanhã. Só que eles não avisaram, não falaram nada. Eu estou aqui desde 5h da manhã e até agora não tem nenhuma resposta", disse a enfermeira Bárbara Oliveira. Segundo a coordenadora de vigilância epidemiológica da Secretaria Municipal de Saúde de Parnamirim, Thuliane Lopes, o município tem adotado a aplicação da segunda dose da CoronaVac apenas no 28º dia após a primeira - é o dia limite indicado pela fabricante da vacina e está dentro do período de maior eficácia, segundo estudos. Tumulto foi registrado na UBS Suzete Cavalcanti, em Parnamirim Geraldo Jerônimo/Inter TV Cabugi "Esse levantamento (de quantas doses são necessárias) é feito pelas unidades de saúde, em virtude de uma programação, planejamento. A gente colocou um prazo de 28 dias para se tomar a segunda dose, tanto pela questão de planejamento, como também pela de eficácia comprovada", explicou Thuliane Lopes. Segundo a coordenadora, as filas também têm sido provocadas pela presença de pessoas de outros municípios que têm procurado receber a segunda dose da CoronaVac em Parnamirim. Na capital Natal, por exemplo, as segundas doses de CoronaVac acabaram na segunda-feira (19). "Em virtude de em alguns municípios estar faltando a segunda dose, a gente está tendo uma procura muito grande. Em todas as unidades aqui do município, as fichas muitas vezes são distribuídas e quando chega na hora, as pessoas dizem que não são do município", disse. Apesar disso, a Thuliane garante que não há risco de faltar a segunda dose para quem estiver no 28º dia após a aplicação da primeira dose de CoronaVac. "A gente garante, sim, a segunda dose pra quem tomou a primeira dose aqui no município de Parnamirim". "A gente tem uma garantia 100% de não faltar segunda dose para esse pessoal que toma a primeira dose aqui no município". Veja os vídeos mais assistidos do G1 RN

  7. Novo decreto deve ser publicado nesta quinta (22). Segundo anúncio feito pela governadora Fátima Bezerra nesta quinta (22), escolas públicas e privadas podem ter aulas presenciais para turmas até o 5º ano. Novas medidas de combate à Covid-19 foram anunciadas nessa quinta-feira (22) durante reunião virtual com prefeitos e outras entidades no RN. Divulgação A governadora do Rio Grande do Norte, Fátima Bezerra (PT), anunciou no início da tarde desta quinta-feira (22), por meio de suas redes sociais, a prorrogação do decreto com medidas de prevenção à Covid-19 até 12 de maio. Um novo decreto deve ser publicado ainda nesta quinta-feira (22). O decreto atual, que está em vigor, tinha validade até esta sexta-feira (23). Ele já havia prorrogado as medidas que estão em vigor no estado desde o dia 5 de abril, com algumas alterações. Entre as novas mudanças anunciadas, a governadora informou que o toque de recolher passará a valer das 22h às 5h. Até então, a medida valia das 20h às 6h nos dias de semana. Dentro desse horário, apenas serviços essenciais podem funcionar. O governo também deverá autorizar a ampliação do horário de funcionamento de restaurantes, permitindo que os estabelecimentos também abram aos domingos - quando vale o "toque de recolher integral" - das 11h às 15h. "As academias estão autorizadas das 5h às 22h, respeitando o toque de recolher. Restaurantes autorizados a funcionar com 50% da capacidade, das 11h às 21h - com liberação aos domingos das 11h às 15h - e tolerância de 60 minutos para encerramento das atividades", informou Fátima. Ainda de acordo com ela, continua proibida a venda de bebidas alcoólicas para consumo em lugares públicos, incluindo bares e restaurantes, em qualquer dia ou horário. Escolas As escolas públicas e privadas poderão funcionar com aulas presenciais para turmas até o 5º ano do ensino fundamental. As outras, segundo o governo, deverão manter ensino em formato online. "Fica liberado o funcionamento até o 5º ano, conforme escolha dos secretários de educação municipais, para escolas públicas e privadas que assumam total responsabilidade por essa decisão. As demais turmas continuam em ensino remoto", afirmou a governadora. A governadora anunciou que vai manter recomendação aos municípios para que continuem fechadas as orlas marítimas, balneários, parques, clubes e áreas recreativas públicas aos domingos e feriados, bem como o reforço da fiscalização. As informações foram divulgadas após reunião com a equipe do governo, além de prefeitos. Veja os vídeos mais assistidos no G1 Rio Grande do Norte

  8. Crime aconteceu na noite desta quarta-feira (21) em Ceará-Mirim. Amigo também foi baleado, mas sobreviveu e foi socorrido. Um homem de 25 anos foi executado com vários tiros quando chegava em um campo para uma partida de futebol na praia de Muriú, em Ceará-Mirim, na Grande Natal. O crime aconteceu na noite desta quarta-feira (22). Um amigo da vítima também foi ferido pelos assassinos, mas sobreviveu. O crime foi confirmado pela Polícia Civil. Uma equipe da Divisão de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) foi ao local para dar início às investigações e registrou mais de 15 estojos de munições encontrados no local. De acordo com a Polícia Civil, o crime aconteceu por volta das 20h40. João Lucas Oliveira Zumba, de 25 anos e um amigo chegavam ao campo de futebol localizado na região, quando foram atacados. Segundo relatório policial, João Lucas estacionava seu carro, quando dois homens armados se aproximaram e começaram a disparar contra ele. O amigo da vítima foi ferido, mas conseguiu abrigar-se em uma área coberta, na entrada do campo de futebol, e foi socorrido após o crime. A polícia não apontou qual seria a motivação do crime. Até a última atualização desta matéria, nenhum suspeito foi preso. Viatura da Polícia Civil do RN Sérgio Henrique Santos/Inter TV Cabugi

  9. Indicador composto de 20 de abril aponta que 39 municípios tiveram piora da situação da pandemia. Situação da pandemia no Rio Grande do Norte: maior parte dos municípios está em nível de alerta amarelo Sesap/Divulgação A situação da pandemia do coronavírus no Rio Grande do Norte permanece em alerta para 81,9% da população potiguar. A constatação foi feita a partir da avaliação periódica feita pela Secretaria de Estado da Saúde Pública (Sesap) em parceria com a Universidade Federal do RN (UFRN), com o relatório do indicador composto da pandemia. De acordo com o relatório, 39 municípios tiveram piora do quatro da pandemia entre os dias 12 e 20 de abril. Outros 99 municípios permaneceram com estabilidade de dados no período - ou seja - não tiveram melhora. 29 tiveram melhora da situação. Nenhuma cidade do RN está com índice 5 - em alerta vermelho. Segundo o documento finalizado na terça-feira (20), a situação mais crítica é na Região Metropolitana de Natal. O indicador dá notas de 1 a 5, a partir da análise de nove variáveis (óbitos, internações, testes, casos ativos, entre outros), sendo 1 a melhor situação, com sinal verde, e 5 a pior, com sinal vermelho. Assim, maior parte da população da Grande Natal está em sinal amarelo, entre 3 (97,9%) e 4 (2,1%). No Oeste potiguar, também está com sinal amarelo grande parte da população as regiões do Vale do Açu (92,7%) e de Mossoró (91,7%). Na outra ponta, com o sinal chegando em quase metade dos moradores da área, estão o Potengi-Trairi (49,6%), Alto Oeste (46,6%) e Mato Grande (46,3%). Tomando a avaliação geral dos indicadores, a média do Rio Grande do Norte está no sinal amarelo da nota 3, ainda com uma nota 5 na taxa de casos ativos. O que é o indicador composto O indicador elaborado pela Sesap com o Comitê de Especialistas e a UFRN, sob a coordenação do professor Kênio Lima, mapeia a evolução semanal de casos por município, como forma de monitorar pandemia em todo o estado. O estudo reúne nove variáveis que traçam um olhar sobre a situação de cada município e uma pontuação que mostra a evolução a cada semana. Os dados servem de subsídio para a tomada de decisões na gestão da pandemia. 20 municípios em pior situação (todos com índice 4) Almino Afonso Guamaré São Tomé Monte das Gameleiras Timbaúba dos Batistas Brejinho Acari Alto do Rodrigues Goianinha São Miguel Florânia Felipe Guerra Jucurutu Serrinha Extremoz Caraúbas Assu Jardim do Seridó Santo Antonio Macau 20 municípios com melhor situação (índices 1 e 2) Barcelona - 1 Coronel Ezequiel - 1 Lagoa de Velhos - 1 Ielmo Marinho - 1 Água Nova - 1 Japi - 1 Equador - 1 Doutor Severiano - 1 Martins - 1 Santana do Seridó - 1 Major Sales - 1 Baia Formosa - 2 Espirito Santo - 2 Rafael Fernandes - 2 Ruy Barbosa - 2 Bodó - 2 Jaçanã - 2 Paraná - 2 Riacho de Santana - 2 São João do Sabugi - 2
  10. Número de policiais mortos caiu de 6 para 3 na comparação de 2019 com 2020. Dados são do Monitor da Violência. Um levantamento feito pelo G1 revela que 3 policiais foram assassinados no Rio Grande do Norte em 2020. Este número é 50% menor do que o registrado em 2019, quando 6 agentes foram mortos. Os dados se referem a casos de confrontos em serviço ou fora de serviço envolvendo policiais na ativa – e, portanto, excluem mortes por acidentes ou doenças, como a Covid-19, e também mortes de policiais aposentados. Outros seis estados do país também registraram queda no número de policiais assassinados: Acre (-100%), Rio Grande do Sul (-100%), Mato Grosso (-67%), Pará (-54%), Alagoas (-33%) e Minas Gerais (-24%). PÁGINA ESPECIAL: Mapa mostra mortes por policiais no país O número de pessoas mortes pela polícia também caiu no RN nesse período (de 160 em 2019 para 145 em 2020). A queda foi de 9%. Também houve queda no panorama nacional (-3%). Veja o detalhamento no fim da reportagem. Letalidade e vitimização policial pelo país O Brasil teve 198 policiais assassinados em serviço e de folga em 2020, um aumento de 10% em relação a 2019. O Piauí foi o estado com a maior taxa de policiais mortos (1 a cada mil policiais). Acre, Paraná, Rio Grande do Sul e Tocantins foram os únicos estados que não registraram morte de policial em 2020. Em todo país, ao menos 5.660 pessoas foram mortas por policiais em 2020. Isso representa uma ligeira queda de 3% em relação a 2019, quando foram registradas 5.829 vítimas. O Rio de Janeiro teve 575 mortes a menos de um ano para o outro, puxando a redução no país Ao todo, 17 estados registraram crescimento nas mortes por forças policiais. O Amapá foi o estado com a maior taxa de letalidade policial em 2020: 12,8 por 100 mil habitantes. Transparência O levantamento do G1 durou mais de dois meses para ser concluído. Os dados foram solicitados via Lei de Acesso à Informação (sob a mesma metodologia utilizada nos anuários do Fórum Brasileiro de Segurança Pública) e também foram pedidos às assessorias de imprensa das secretarias da Segurança e das corporações, quando necessário. O resultado: demora nas informações, dados desencontrados e números incompletos, assim como nos outros anos. Além disso, ainda há ausência de padronização. Foi preciso confirmar os números mais de uma vez para garantir a qualidade das informações. Apenas um estado não informou nenhum dado sequer: Goiás. Já é a quinta vez que o governo se recusou a divulgar informações públicas para um levantamento nacional do Monitor da Violência (em quatro destas vezes, o pedido foi referente à letalidade e à vitimização policial). .